A EMRC e as novas tecnologias no 1º Ciclo

O Agrupamento de Escolas de Atouguia da Baleia acolheu a edição formativa 2016, destinada aos docentes que lecionam EMRC (Educação Moral e Religiosa Católica) sob o lema “EMRC e as Novas Tecnologias no 1º Ciclo”.

A temática da ação veio ao encontro da vontade de muitos dos professores que estão ao serviço na diocese de Lisboa.

O SDER (Secretariado Diocesano do Ensino Religioso), de Lisboa, consciente da importância que as novas tecnologias podem ter na dinamização da EMRC, aceitou o desafio e estabeleceu a ponte com a Direção e com alguns docentes deste Agrupamento Escolar onde, fruto de diversas parcerias nomeadamente com a Promethean, existem condições tecnológicas de excelência.

Foi, pois, com enorme expetativa que, no sábado, 26 de novembro corrente, os participantes cruzaram os umbrais das portas de uma escola que tenta ser, no seu todo, uma sala de aula moderna, como resposta às rápidas e contínuas mudanças do mundo – onde se cria uma nova mentalidade de ensino e se alia pedagogia com espaço e tecnologia – proporcionando condições para o empenho, a personalização, a colaboração e o feedback contínuo entre os agentes do processo educativo.

Os ecos manifestados pelos formandos e pelos próprios formadores permitiram concluir que a escolha foi acertada e aguçou a vontade para uma vasta mas direcionada aprendizagem, dado que nas quatro horas em que a mesma decorreu apenas foi possível demonstrar as inúmeras potencialidades de variadíssimas ferramentas tecnológicas – que são, efetivamente, ótimos apoios para a prossecução da nobre tarefa pedagógica, mas que, por si só, exigem uma preparação específica de várias horas.

            Aos formandos foi dada a oportunidade de verificar as potencialidades de várias ferramentas, nomeadamente: “Padlet” – criação de murais; “ActivInspire” – dispositivos de resposta; “Powtoon” – criação de apresentações dinâmicas e divertidas; “Kahoot” – criação de jogos para aplicação de conhecimentos; “Scratch” – atividades básicas de programação de animações; “Voki” – criação de personagens que falam diversas línguas; “Aurasma” – realidade aumentada; “Plickers” – cartões de resposta low-tech, em que só o professor necessita da aplicação; “Teamup” – formação de equipas de trabalho e para o acompanhamento do trabalho de equipas; “Tricider” – recolha de opiniões/votações online; “QRCode” – criação/leitura de QRcodes e “Mentimeter” – votação para conferências, entre tantas disponibilidades que estão à distância de algumas aprendizagens para se tornarem aliadas inseparáveis de cada docente.

Nesta formação, contámos com uma moderníssima equipa da Sociedade Bíblica – ela própria à altura dos desafios das novas tecnologias – em cujo atelier os docentes puderam visualizar a exposição “A Bíblia em Ação”, conhecer diversos espaços disponíveis na internet com inúmeros recursos para os temas bíblicos. Foi feita uma apresentação dos resultados da primeira edição do concurso “Bíblia Moov” e divulgada a segunda edição, relativa aos milagres de Jesus. É com muito agrado que damos nota do trabalho incansável que está a ser feito para a divulgação da Palavra de Deus numa linguagem acessível e apelativa aos novos homens dos novos tempos.

Ao SDER cabe agradecer a todos quantos proporcionaram esta maravilhosa formação e aos que nela se inscreveram e participaram. Ficou claro que os desafios da “sala de aula de futuro” têm de ser aceites por todos, sob pena de se gerarem fraturas e de, rapidamente se estabelecerem abismos comunicacionais que terão, por certo um elevado custo a curto, médio e a longo prazo.  

Joaquim

 

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